Com o mote “Doação consciente de roupas – muito além de simplesmente repassar algo que não se quer mais, e sim garantir um futuro mais circular”, a Humana Brasil lança em novembro, na Região Metropolitana do Recife, uma campanha que une solidariedade, sustentabilidade, inovação social e economia circular.
A ação integra o movimento global do Dia de Doar, que ocorre anualmente no dia 30 de novembro, e busca ampliar o número de doações de roupas e calçados, fortalecendo a economia circular no estado.
A iniciativa acontece em um momento estratégico: o Recife acaba de ganhar o Centro de Triagem do Repense Reuse, localizado na Imbiribeira, com quase 400 m² dedicados à curadoria e reaproveitamento de produtos têxteis. No espaço, uma equipe treinada realiza a classificação, higienização e destinação adequada para reuso de cada peça recebida.
“Estamos em um momento importante de consolidação do projeto que, além da montagem do Centro de Triagem, iniciamos a segunda etapa de expansão dos pontos de coleta em Recife e outros municípios circunvizinhos. A intenção é aumentar a rede para oportunizar os cidadãos a ter mais acesso aos pontos de coleta voluntária.”, explica Claudia Andrade, Executiva de Implementação do Repense Reuse.
Além de reduzir o volume de resíduos têxteis, o projeto também promove empregos formais e renda local, com uma equipe de profissionais contratados para operar a triagem e o reaproveitamento das peças.
Segundo Claudia, o trabalho do Repense Reuse “demonstra que moda e sustentabilidade podem andar juntas, quando o consumo é aliado à responsabilidade social”.
Como doar – Separe roupas e calçados em boas condições e leve até um dos coletores do Repense Reuse.
Pontos de coleta e novidades: www.repensereusebrasil.org.br
O que doar – Roupas infantis, juvenis e adultas, calçados e acessórios limpos e conservados.
Por que doar:
- Reduz o impacto ambiental da inutilização têxtil;
- Gera oportunidades de emprego e renda;
- Apoia projetos sociais da Humana Brasil;
- Contribui com a construção de um futuro mais circular e solidário.
“Queremos inspirar o recifense a enxergar o valor do que já existe. Uma peça esquecida no armário pode mudar realidades quando colocada na rota certa”, finaliza Claudia Andrade.
Foto: Eduardo Tumajan
