O candidato a deputado federal pelo PSOL-PE, Renato Fonseca, está implementando uma ideia revolucionária do ponto de vista da sustentabilidade ambiental nos períodos de campanha eleitoral.
No lugar de usar papel – que gera desmatamento e lixo – para divulgar seu nome e o seu número na urna, Renato decidiu coletar folhas secas caídas de árvores. A proposta é tão simbólica quanto simples e econômica: gera-se menos lixo nas ruas enquanto se obtém o mesmo efeito em termos de comunicação política.
Materiais de campanha geram toneladas de lixo
Dados divulgados pela Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb) apontam que no dia do primeiro turno das eleições de 2024 foram recolhidas 9 toneladas de lixo (panfletos, folhetos e santinhos), além de 71 toneladas de bases de bandeiras. Os números revelam o tamanho do problema, uma vez que todo esse lixo causa sérios danos ao meio ambiente.
O “ecossantinho” é um exemplo de cuidado com o planeta. Disputar votos não é produzir mais lixo, porque política deve deixar propostas e esperança, e não resíduos poluentes.
Quem é Renato Fonseca?
Além de ser candidato do PSOL Pernambuco à Câmara Federal e defender os povos de terreiro com sua atuação política, Renato Fonseca é conhecido por ter criado a página “Macumba Ordinária”.
Renato também é um dos idealizadores da recém-criada Bancada da Macumba do PSOL, uma articulação nacional que reúne candidaturas ligadas às religiões de matriz africana e comprometidas com o combate ao racismo religioso, a defesa da liberdade de crença e a ampliação da representação dos povos de terreiro nos parlamentos brasileiros.
