O jornalista caruaruense Carlos Maciel, hoje gerente de Comunicação Externa, Relações Institucionais e Governamentais da Ypê, empresa 100% brasileira e líder do segmento de higiene e limpeza, será um dos painelistas do 29º Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas, que acontece nos dias 27 e 28 de agosto, na Unibes Cultural, em São Paulo.
Maciel integra o painel “Fim do voo cego? – Como o uso de dados garante à Comunicação Corporativa um lugar na mesa como um player de negócios”, ao lado de Manoel Fernandes, da Bites Dados, e Suzel Figueiredo, da Indicafix Métricas Digitais, com mediação de Renato Sales, do Grupo Carrefour Brasil. A conversa integra a trilha ‘Análise de Dados para Estratégias de Comunicação’.
A presença de Maciel no congresso também carrega uma trajetória ligada à imprensa pernambucana. Formado em 2005 pela Unifavip, na primeira turma de Jornalismo de Caruaru, ele construiu parte importante da carreira no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, com passagens pela Rádio Jornal, pelo Jornal do Commercio, pela TV Jornal e pelo portal NE10 Interior, onde atuava como editor antes de deixar o grupo. Também passou pela afiliada da Record em Recife antes de assumir, em âmbito nacional, a frente da comunicação institucional e das relações institucionais e governamentais da Ypê.
No encontro, o jornalista compartilhará a visão prática da companhia sobre como a análise inteligente de métricas pode orientar decisões estratégicas de comunicação. Dona de marcas conhecidas no mercado nacional de limpeza, a Ypê vem ampliando, ao longo de mais de 75 anos de história, o papel da comunicação corporativa, que deixa de atuar apenas como apoio à divulgação para contribuir de forma mais ativa com a leitura de cenários, reputação e prioridades do negócio. A abordagem parte de uma premissa simples: o desafio deixou de ser coletar dados; é transformá-los em leitura estratégica, com análise qualitativa, sensibilidade de contexto e conexão direta com as prioridades da empresa.
“Dados não substituem sensibilidade nem criatividade. Eles ajudam a qualificar a escuta, ajustar mensagem, canal e público prioritário, além de dar mais precisão às decisões. O ‘fim do voo cego’ na comunicação passa justamente por transformar evidências em inteligência para o negócio”, destaca Maciel.
Entre os temas que serão abordados, estão o uso de dados para monitorar reputação, mídia, engajamento, percepção de stakeholders e indicadores de negócio; a importância de interpretar números para além do dado cru; e a entrada da comunicação no início das conversas estratégicas, não apenas no momento de divulgar decisões. “Esse movimento também exige uma evolução do profissional de comunicação. Seguimos sendo contadores de histórias, mas precisamos atuar cada vez mais como gestores, combinando dados, reputação, riscos, sensibilidade humana e resultados para dialogar melhor com a liderança, defender investimentos e construir narrativas mais consistentes para a empresa”, finaliza Maciel.
